
Fui assistir “Ó Pai, Ó” e constatei que realmente o cinema brasileiro que sempre se apoiou no tripé do P, pobre, preto e puta. Agora não existiria sem uma quarta perna do P que é a PETROBRÁS.
Não tem um filme brasileiro que a gente vá assistir que no começo não apareça o patrocínio dessa estatal brasileira.
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